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sexta-feira, 18 de março de 2011

Talvez, quem sabe, um dia volte...

Minha vida nunca teve muita graça! Eu sempre tive que me desdobrar em mil e fazer loucuras inemagináveis pra obter um pouco de intensidade e aventura...
Nunca fui de fazer doideiras, de não ligar pra todo tipo de conseqüências.. Muito pelo contrário, sempre fui uma enjoada que nunca queria estar no meio das loucuras...
Não bebo, não fumo, não faço sexo, não me drogo... Pra muitos realmente a minha vida é completamente e extremamente monótona, mas às vezes se esquecem de ME perguntar, se concordo com essa definição.
E sim, eu concordo. Em termos!
Concordo sim, que eu poderia aproveitar mais, fazer coisas mais loucas sem pensar no que vem depois. Eu poderia parar de calcular todos os meus passos, com medo de pisar em falso e cair. Eu poderia deixar a vida me levar...
Mas meu medo quase sempre fala mais alto do que todas essas minhas vontades!
Nesse último carnaval, eu conheci o lado descontraído, sem preocupações e divertido da vida de uma adulta de quase 19 anos.
Eu conheci pessoas que me mostraram que não precisamos ser calculista e ter medo de viver. Porque era bem isso que eu tinha: medo de viver!
Num mundo onde não podemos sequer dar um beijo em alguém sem ter que se preocupar com a repercussão disto, eu dei vários beijos não só em uma pessoa, e adivinhem, eu não estava nem aí pra como isso ia repercutir!
Bebi coisas que sei que me deixaram fora de mim, e até hoje não tenho completa ciência do que eu andei fazendo...não me lembro, e nem quero! Deixa lá, vai ficar tudo guardado mesmo...
Na cidade onde eu moro, com os meus amigos e conhecidos, eu me tornei outra pessoa. Extraordinariamente diferente! E o mais engraçado, eu gostei daquilo.
Às vezes questiono a minha própria força de vontade. Se eu digo, vou beber, eu bebo... Mas se eu digo, vou viver, porque sempre aparece algo que me amedronta?
Então simplesmente tratei a vida como se ela fosse um drink.
Se eu bebesse, estaria bebendo, nociva e totalmente ciente dos efeitos colaterais! E com a vida não foi diferente. Bebi até a última gota de diversão, de loucura... de AVENTURA!
E não me arrependo... Não sei o que disse e nem para quem disse.
Mas sei que há muito tempo não tinha dias tão bons, e agora sei o verdadeiro peso e valor de um bom CARNAVAL!
Queria poder voltar no tempo, só pra ter aproveitado mais, ter curtido cada segundo ao lado das pessoas maravilhosas que, se não fossem por elas, meu carnaval não teria sido tão especial!
Enfim, pra muitos foi tempo de fim de relacionamento, foi tempo de homem pagar mico vestido de mulher, foi tempo de dançar e sair em bloco, pra mim, foi tempo de tudo isso e principalmente de descobrir o que realmente faltava, não só nos meus carnavais, como na minha vida inteira: EMOÇÃO!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Como é difícil ser EU!

Nasci e fui criada de um jeito, que não igual ao jeito de ninguém.. Eu tenho meu jeito, tenho minhas manias, meus medos, meus gostos e desgostos.
Dentro disso, há qualidades e defeitos que me intitulam e que eu sei que tenho. O que é bem diferente... Dizer que eu sou metida é intitulado, pois eu sei que não sou.
Dizer que eu sou mimada, é porque me conhecem, porque assumo que sou mimada mesmo.
Dizer que eu sou vingativa, é lançar a sorte, pois não sou, mas não queiram despertar esse lado que eu não tenho, porque aí eu passarei a ser! 

Engraçado, parei ultimamente pra analisar... Quando eu estava em um momento meu com alguém, dentro do meu mundo, tudo corria bem até eu querer compartilhar algo sobre isso com alguém que não merecia a minha confiança. Logo após esse grave erro de dar conhecimento a uma pessoa, sobre uma situação que não a dizia respeito, as coisas passaram a mudar...Completamente!
Agora, eu vejo, que nem uma, nem outra mereciam a minha confiança tão difícil de ser conquistada.
Quero dizer que, ninguém que até então, falava coisas ruins, pensava coisas ruins e queria distancia, pode, de uma hora pra outra, passar a amar, conviver, morrer por essa pessoa até então tão odiada!
Muitos como eu, não pensariam o pior e sim deixariam o 1% a favor da pessoa, falar mais alto do que os outros 99%.
Mas foi aí que as coisas foram se tornando cada vez mais claras... Eu não sou burra, apesar de mariar um pouco demais. Eu não sou cega, apesar de usar óculos de grau, eu não sou boba, apesar de ser mais inocente do que pareço ser...
Pra mim, quando alguém brinca com meus sentimentos e com os de outras pessoas pra se auto beneficiar, é imoral! Isso não tem perdão.
O mundo não gira a minha volta, é? Eu sei, não gira nem em torno de Jesus, que dirá de mim... Mas é engraçado... não culpo a minha mãe por ter me feito tão linda, nem culpo o meu gosto musical, nem a minha capacidade de cantar ou de fazer coisas que são invejadas e imitadas por muita gente que eu conheço e que desprezo por isso.

Faça um favor? Tenha pena de si, seja você...
Não diga o nome de alguém que não goste, só porque eu gosto.
Não diga que não pode sair no sol, só porque eu não posso.
Não use óculos sem precisar, só porque eu uso, preciso e fico linda com ou sem eles.
Não diga que ouça uma banda que não ouvia antes de me conhecer, só porque eu sou viciada.
Não diga que preferia não ter ficado comigo, só porque agora eu não te quero mais.
O que você é? Xeróx? Não, obrigada!
Espelho meu? Obrigada também, mas já tenho muitos
em casa e eles me amam!

Egocêntrica? Egoísta? Mimada? Me acho? sim, sim, sim e sim!
Mas EU assumo o que faço, eu digo na lata o que sou e o que não sou... Eu não visto a fantasia da mulher maravilha porque eu quero ser a própria, eu não digo TE ODEIO, só pra acharem que eu sou irada de rejeitar alguém, quando na verdade, eu amo e não vivo sem...
Eu sou eu, então... Quem me odeia, quem é falso comigo, quem me COPIA, quem fala as coisas da boca pra fora, por favor, deletem minha presença da vida de v o c ê s!
A coisa que mais odeio, é ter o carinho que sinto por alguém transformado em nojo, raiva e asco! Isso é quase irreversível quando acontece, e eu garanto, não foi eu quem fiz isso acontecer...

Então, é só o que eu peço; LEAVE ME ALONE... Estou melhor, muito melhor, longe de vocês... Sintam-se à vontade para me xingarem...só respondo na presença do meu advogado! :D

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

É a realidade. A minha realidade!

Eu sinto que perdi parte de mim, nas coisas que andei dizendo, e nas coisas que andei pensando também. Perdi parte da força que eu já nem tinha. Perdi o ânimo de dizer NÃO para mim mesma. Perdi a vontade de sorrir com motivos, perdi varias coisas, inclusive a memória porque agora não me recordo de tudo que perdi.
Só sei, que sabia que aconteceria, de novo.
Uma vez desiludida, sempre desiludida.
Há poucos dias daqui, um sinal vermelho me alertava: cuidado!
Eu, como desde pequena, teimosa, não dei ouvidos a razão e sim asas ao coração.
Tudo rola tão depressa, tão subitamente escondido dos olhos carnais. Você sente, você faz, mas não se reconhece depois de já feito, aí vem aquela sensação nostálgica:
Isso realmente aconteceu?
Sim, aconteceu.
E dói, dói saber que sou fraca perante a mim, perante aos meus inúmeros momentos de impulso. Eu penso no hoje, no agora, mas estranhamente sinto a dor do pré- acontecimento.... aquele que eu sempre sei que vai chegar.
O momento em que eu fico sem chão, completamente perdida e arrependida por ter sido tão bobinha.
Uns sábios conhecedores de algumas partes de mim, dizem que isso se chama bipolaridade, e completam dizendo que eu possuo muito disto!
Outros dizem que sou impulsiva e não tenho coragem para encarar as pós conseqüências.
Tanto faz qualquer um dos dois.
Quando você é a vítima, nada disso importa.
Estaria pedindo muito, se pedisse um pouco mais de maturidade, um pouco mais de inteligência, ou pouco mais de sabedoria pra mim?
Por favor, abençoe-me para que eu possa de uma vez por todas parar de sofrer.
Ou pelo menos tentar suportar a dor.
Pois é muito difícil pra mim, imaginem...
Saber que tudo pode simplesmente se apagar, como se nunca tivesse acontecido, ou então, que pode deixar marcas pra sempre, não importa o tempo que passe, eu vou estar sempre lembrando e lamentando... É difícil tentar lutar contra, quando você sente, mesmo não dizendo para os 4 cantos do mundo, você sente. Sozinha!
Você chora, você grita, você fala tudo o que tem pra falar.
Ai, quando sente que tem uma pontinha de reciprocidade, em algum gesto, um scrap, um sms, ou vários deles e um simples “eu também”. Logo pensa: então sou correspondida.
É aí que está o engano.
Não, você não é. Aliás, você não. Eu não sou...
Tudo aquilo não passou de um surto de bipolaridade.
Aquilo que dizem que eu tenho... Porém, eu sou a vítima. Então isso não importa!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

1001>2001>3001

Há 3 anos atrás, estávamos todos começando uma nova etapa de nossas vidas. O ensino médio. Pra uns, são aqueles derradeiros 3 anos que nos separam da tão almejada faculdade. Pra outros, são 3 anos de intenso estudo e trabalho duro para se obter boas notas. Já para mim, foram os 3 anos em que eu mais vivi coisas doidas, em que passei por mais variadas situações. Amei e odiei professores. Briguei e amei colegas de classe. Não fiz amigos, fiz irmãos e temporários inimigos também. Foram os 3 mais importantes anos que já vivi dentro de uma sala de aula. 


Todos dizem que os amigos do ensino médio, são os amigos que levamos para vida toda. Eu concordo com quem disse isso. Porque cada um de vocês está guardado pra sempre dentro do meu coração.


Brigamos, gritamos, fomos rudes, fomos chatos, fomos amigos, e amigos da onça às vezes, pensamos em matar uns aos outros, e hoje percebemos que tudo valeu a pena. Tudo o que passamos juntos vai ficar pra sempre gravado na nossa memória. Seja lá onde estivermos, UFF, PUC, UFRJ, ESTÁCIO, UVA (brinks rs), vamos sempre lembrar das inúmeras vezes que chamamos Maurício de burro. De todas às vezes que tiramos sarro do “MDM PRODUÇÕES”, de todas aquelas vezes que ficávamos falando que Maíra era lesada, retardada e meio lerda também.
Enfim, fomos, somos e sempre seremos a turma 3001. Unida, desunida, amiga, inimiga, brigona, sensível. Campeões da gincana do Rui Barbosa 2010. Trabalhamos unidos, e sempre arrasamos. O segredo da nossa força, está na nossa união. Que muitos de nós (acredito que todos) pensávamos que não existia.
E hoje, em nosso último dia juntos, vemos que essa união sempre existiu. Camuflado por discussões, mas ela sempre esteve conosco.

Umas pessoas entraram tarde, mas não deixaram de se tornar pessoas tão importante quanto as que conhecemos desde o 1º ano.
Bianca com sua mania de estudar, Luiza com seu jeito meigo de falar, Briza com seu alfajor cheio de maconha clandestina... Todos vocês me proporcionaram algo de especial, que eu vou carregar comigo pro resto da minha vida.
Sejam felizes no que escolherem fazer, façam com sabedoria, com felicidade e amor. Nunca se esqueçam de que Deus olha por nós, e foi ele quem nos colocou uns no caminho dos outros.
Sem mais rodeios, eu amo muito todos vocês! ♥

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Toc toc

Sempre senti a estranha vontade de tentar fazer um buraco em meu peito. Traduzindo, sempre quis poder arrancar o coração com as próprias mãos, pra não sofrer tanto com os sentimentos que ficam armazenados dentro dele. É meio que uma tragédia psíquica, analisar a vontade de um ser humano querer viver sem coração. Mas se eu pudesse, acho que seria melhor...
Sou, infelizmente, uma pessoa que possui uma quantidade inestimável de emoções, só que graças a Deus, tenho o incrível dom (ou loucura) de conseguir escondê-las de qualquer um, à qualquer circunstâncias.

Confesso que ultimamente, essa coisa toda de me sentir culpada e totalmente sem forças para seguir em frente, tem sumido aos poucos... O porque, eu ainda estou tentando discernir.
Tudo o que sei, e acredito que seja verdade, é que dias bons estão por vir... Como um dia de sol depois de muito tempo de chuva.
Meu corpo sente essa mudança, meu cabelo está mais brilhoso. Meus olhos mais esperançosos, meu humor mais suportável e minha alto estima mais elevada... Uns ameaçam dizer que estou amando, e eu ameaço dizer que pode até ser...
Seja lá o que estiver por vir, eu espero que venha logo.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

La vida loca

A música agitada, a qual controla minha mente e tudo o que há dentro dela. Sem saber distinguir  de onde vem, apenas ouvindo e apreciando.
Nesses últimos dias, algo surgiu do nada pra me deixar feliz e animada... Uns diriam até que estou possuída, porque é um pouco difícil de me encontrar deste jeito que estou agora mesmo.
Não sinto a mínima vontade de escrever nada que me faça lembrar do passado, mesmo sabendo que isso sairia perfeitamente bem escrito e muito digno da leitura de muita gente! Prefiro pensar no presente e quem sabe no futuro como uma forma mais concreta de conquistar o poder das palavras emotivas, que me faça flutuar pensando nos acontecimentos que estão por vir.
É estranho, venho me observando e tentando descobrir o motivo disto tudo. Sem sucesso, claro. Não cheguei a conclusão alguma.
Pensei talvez, que isso se deva a minha total e repentina mudança.
Mudou tudo, meu jeito de ser comigo, meu jeito de ser com as pessoas, meu jeito de encarar as pessoas e o espelho (eu mesma.)
Mudaram os hábitos, mudaram as amizades (nem todas, claro).
Mudou a vontade de ter alguém que eu não posso ter, mudou a cegueira que não me deixava enxergar que eu posso ser feliz sem precisar sofrer literalmente quase 1 ano pra isso!
Mudou a minha tristeza de me sentir rejeitada.
Mudou minha maneira certinha de fazer as coisas...
Ando muito mais inconseqüente e sempre dou a mesma explicação para tudo isso.
Estou vivendo la vida loca!

domingo, 24 de outubro de 2010

O que é isso?

Não tenho entendido a confusão criada involuntariamente pelo meu consciente. Que eu saiba, o consciente é a parte responsável por processar e visualizar as coisas que estão acontecendo e que acontecem diariamente conosco. Mas não sabia que ele surtava algumas vezes fantasiando coisinhas idiotas, o que seria tarefa do subconsciente, durante um sonho, ou não.. tanto faz! Eu vivo constantemente tentando controlar, se possível, eliminar essa mania complexa que tenho de achar que tudo dará certo, de viver sonhando e pensando no futuro, no quão perfeito poderia ser se... bem, se nada! Isso tudo é fantasia! E o pior, é que eu sei disso, eu posso entender e dizer na frente de qualquer um, com plena seriedade que: É TUDO FANTASIA. Mas por que eu não tento me auto convencer disso e consolidar essa verdade em todas as coisas que faço e em todos os furos em que me meto? É difícil, porque mesmo sabendo das conseqüências, eu prefiro ir até onde posso, pra simplesmente não ter que dizer que me arrependi de NÃO ter tentado. Mas aí, quando fracasso, digo que poderia ter ficado sem tentar...
Resumindo, hoje me sinto estranha, como se alguma coisa estivesse pra acontecer, alguma coisa frustrante, claro. Desde criança tenho essas fortes 'premonições' sobre o meu 'futuro'... sobre o que me aguarda... Eu dizia, antigamente, que quando um espelho mudava de lugar, e depois me assustava em ver a nova posição dele, eu ia me machucar... e SEMPRE acontecia algo que me fizesse cair e ralar o joelho... Agora, que cresci, mas absurdamente ainda não consegui aceitar isso, as premonições foram ficando mais fortes... Eu digo, agora, que sempre em que penso muito em alguém, e fico imaginando coisas, essa pessoa vai se distanciando de mim... tipo com a mesma freqüência, sabe?
Bem, tomara que eu esteja enganada, porque isso de estar pensando demasiadamente em alguém... é verdade!

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Espelho moral, senescência vital

Já parei pra pensar na vida e tentar discernir o motivo da escassez de momentos dignos de serem recordados com vigor e emoção. Para alguém como eu, que vive em função das coisas que tem vontade de fazer, e tenta de tudo para não se auto-dissuadir, é fácil dizer que, eu não sou tão feliz quanto pareço ser... Embora alguns conhecidos e admiradores secretos inexistentes digam que sou uma menina feliz, alegre e sempre pra cima, são momentos como esse que eu paro pra refletir e entender os ciclos sem fim que segregam e justificam toda e qualquer bagunça da minha auto vivência. Num âmbito social onde a mídia impõe as expressões que devemos fazer e as atitudes que devemos ter para com o todo o resto do meio moral e social reunido à nossa volta, sou vista como insana ao protestar sobre a falta de motivação que é causada por meio dessa alienação, que me impede de por exemplo, ter uma devida inspirarão diária para postar alguma coisa neste blog.


Cansei de tentar decifrar meus curtos circuitos de personalidade, às vezes, erroniamente, jogo a culpa pra cima de meus pais, que têm a função natural de fazer todos os meus planos de uma recém-mulher formada, irem literalmente por água a baixo. Vivo estressada e ponho a culpa no meu signo, que deixando claro, é sem dúvidas, o pior dentre todos os outros. Ando sempre ocupada e preocupada, culpando imediatamente  a precoce chegada da responsabilidade em relação a faculdade.
A grande questão que encabula a minha total desinência em pensamentos para tentar descobrir qual seria o meu sério problema que tantos dizem que eu tenho, mesmo não sabendo nomeá-lo, é o que mais me revolta.
Ouvir da boca dos meus amigos mais íntimos, que eles nem sempre estão preparados e vacinados contra a minha bipolaridade (da qual eu discordo que exista), que eles não sabem distinguir o meu humor, e que a variação dele, causa inevitavelmente um espanto e repulsa da parte deles. Uma vez, uma amiga não muito acostumada a falar sobre esse tipo de 'espelho moral', disse-me que eu a confundia, pois ela nunca poderia esperar uma reação minha, e que minha personalidade era completamente mutável.
Discordei, é claro. Sem essência, disse que minha moralidade vai de acordo com a barreira que está a minha frente. Traduzindo, não sou de confiar logo de cara, é um defeito, talvez não. Mas quando confio, faço sem perceber, que a parte ruim de mim, fale mais alto e seja mais clara corporalmente através das minhas atitudes e na maioria dos casos, através do que falo.
Portanto, desisto de tentar me entender, mesmo que isso me leve para onde eu sempre quis estar, o caminho de encontro para o meu verdadeiro eu interior!

domingo, 17 de outubro de 2010

Ah, se eu pudesse...

Hipocrisia dizer que a vida é perfeita. Claro que só pelo fato de vivermos, é um grande presente. Afinal, a vida é o que temos de mais valioso. Embora umas pessoas cegas e acomodas achem que suas vidas são completamente perfeitas e nelas não há o que tirar nem por, a vida de ninguém pode ser perfeita. Pelo menos não até atingir a idade dos 80 anos onde você já conseguiu (ou não) alcançar todos os seus objetivos em busca da tão famosa felicidade. 
Uma vez, um menino que não tinha muito o dom das palavras bonitas, nem muita seriedade para formar frases com elas, disse: "Só quem é feliz são os velhos. Os velhos não ligam pra amor, os velhos não ligam pra sexo, os velhos não ligam pra dinheiro... Só querem sossego!"
Logo após ele dizer essa frase, todos que ali o ouviam, riram, concordando com as cabeças. Mas eu, analisei aquilo como uma sábia observação e um triste desabafo da vida.
Ninguém tem a vida perfeita, e todos nós nascemos, vivemos e morremos em busca da felicidade.
Então, se eu pudesse mudar algo na minha vida, claro que eu mudaria, porque a minha vida está longe de ser perfeita.
Ousaria da minha fantasia em tentar mudar, se possível, uma série de coisas que poderiam deixar a minha vida, um pouco mais perto do nível mínimo da perfeição;

Se eu pudesse, deixaria de ser autoritária na maioria das vezes, e tentaria ouvir mais o que as pessoas têm a dizer.
Se eu pudesse, deixaria de ser o problema maior da família, cedendo e sendo um pouco mais paciente.
Se eu pudesse, tentaria ser mais determinada,em vez de parar pra pensar sempre nas conseqüências de tudo.
Se eu pudesse, ficaria de fora das coisas que me trazem problema, por mais inofensivas que elas sejam.
Se eu pudesse, optaria pelo meu destino amoroso, ao invés de acreditar no horóscopo quando dizem ser 'falta de opção'.
Se eu pudesse, tentaria não me apaixonar sempre pelas pessoas erradas, que me machucam e nunca querem nada comigo.
Se eu pudesse, voltaria no tempo e não abriria mão de preciosos minutos com a minha tia que já morreu.
Se eu pudesse, falaria tudo o que eu tenho vontade de falar, mas sem pensar antes.
Se eu pudesse, congelaria o tempo em que meus pais foram casados, só para não ter sofrido com a separação deles.
Se eu pudesse, sairia por aí do jeito que estou, para encontrar meus ídolos só para poder olhar de perto para eles antes que eles morram, como o Michael Jackson.
Se eu pudesse, queria não ter vontade de mudar todas essas coisas na minha vida...

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Digitar, apagar, e de novo dramatizar!

Tenho me sentido muito... estranha ultimamente. As palavras me escapam com delicadeza que nem percebo. Sinto falta de ler algo bom, e mais..., sinto falta de escrever algo bom. Acho que isso pode-se dar pela minha felicidade clandestina desses últimos dias, desde que, só consigo escrever algo realmente bom e digno de leitura quando estou triste ou alguém muito importante me machucou profundamente.
Sempre disse a mim mesma que o melhor romance, é aquele que em toda extensão houve drama, e o final é mais impactante por causa disso. Que as histórias deviam pelo menos em um único momento apresentar tristeza, algo que despertasse a vontade de saber o final feliz (se existente).
Eu poderia dizer que estou feliz, e quando me sinto assim, as palavras parecem não acompanhar minha vida. Claro que pra tudo que fazemos acontecer, tem de haver uma 'inspiração' e com os textos não é diferente. Eu não vou mentir, independente do meu humor, óbvio que tenho minhas certas inspirações, mas nem elas têm me ajudado muito.
Uns dizem que drama é para psicóticos masoquistas e pobres de espíritos que não se contentam em ver a felicidade dos outros e através das palavras duras e cruéis tentam trazer os leitores para o lado dramático da vida. Eu, particularmente até tenho uma filosofia parecida com essa, mas é em relação aos góticos. E mesmo assim, isso não me diz respeito.
A verdade é que estou surtando e as palavras parecem não encontrar o verdadeiro caminho de volta à mim. Pensem comigo e verão que não estou exagerando.
Uma pessoa gorda consegue ficar sem comer? NÃO.
Um atleta consegue ficar sem se exercitar? NÃO também.
Um artista consegue ficar sem fazer arte? NÃO DÁ.
E um escritor, consegue ficar sem escrever? CLARO QUE NÃO.
É exatamente meu dilema, eu sei que não sou uma escritora ainda. Mas minha paixão por escrever e o reconhecimento de algumas pessoas por isso, me fazem capaz de pelo menos poder me auto-nomear assim.

Não estou renunciando a felicidade que me impossibilita de poder escrever. Estou apenas dizendo que mesmo sendo ruim, a tristeza me traz drama, e drama deixa tudo com um gostinho diferente, só para correr até o final e ver como é bem melhor deixar a felicidade por último. 

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

É raça, é amor, é fogo. Eu te amo, Botafogo!

Depois de hoje, fui obrigada a postar sobre FUTEBOL aqui. Eu sei que 90% das mulheres não gostam, e 75% dos homens às vezes não dão importância às opiniões alheias sobre esse tema que é tão importante pra mim, como todos sabem.
Clássico, 21h, Engenhão. vascoX
botafogo, não tinha muita torcida, afinal, além de ser Quarta-Feira, não havia muita expectativa para o jogo. Botafogo (o meu time), sem Jobson, o nº 9, sem Marcelo Mattos o nº 8, sem Marcelo Cordeiro, o nº 6, entrou com o time NADA entrosado devido a esses desfalques, e como se não fosse o suficiente, em dois lances seguidos, Maicosuel (camisa 7) e Antônio Carlos (camisa 3) saíram de maca, machucados e substituídos às pressas... O resultado não poderia ser pior... Botafogo estava perdendo de 2x0.
A arbitragem claramente confusa e puxa-saco do adversário Vasco da Gama, os jogadores nervosos, sofrendo faltas atrás de faltas, e parecia não haver nenhum tipo de reação para mudar este resultado. No intervalo, quando o placar ainda estava a 2 negativos para o Bota, O presidente Maurício Assumpção desceu até o vestiário para dar uma bronca nos jogadores e exigir uma melhora de rendimento em campo.
A raça, o amor à camisa, a vontade e sede de gols fizeram o time voltar com outra cabeça e outros ideas. Pouco mais de 15 minutos do 2º tempo, Herrera diminui fazendo 2x1. Mas infelizmente, com a pressão das faltas e arbitragem completamente contra, ele esquenta a cabeça e é expulso por cometer uma falta boba em Éder Luís (camisa 7 do Vasco).
O descontrole a partir daí foi total.
Eis então o nome dos últimos 5 jogos, o nome da última copa do mundo, o nome do atual ataque botafoguense. Sebastian Abreu, mais conhecido como Loco Abreu, após Titi (camisa 13 do Vasco) desviar a bola da área com a mão, o penalti foi marcado.
Loco Abreu 
cobrou com perfeição no canto direito, enquanto Fernando Prass, caiu para o lado esquerdo. 
Resultado?
Muita raça, um time, que foi sempre apontado como o patinho feio do campeonato, um time cujo ninguém nunca colocou fé, nem os próprios torcedores. Um time onde os jogadores sofriam com as cobranças da torcida porque não recompensavam a confiança dela. Um time este, que hoje mudou, e está em 3ª posição no ranking da FIFA. O que prova que tudo o que eu disse e confirmei aí em cima sobre este time, hoje não existe mais. É PASSADO.
Então por favor, senhores vascaínos, tricolores e principalmente flamenguistas, respeitem-nos mais, e dêem o braço a torcer quanto a nossa honra e qualidade. Porque somos sim, merecedores e dígnos das nossas conquistas! 

domingo, 19 de setembro de 2010

Uma carta para o futuro


   Eu sei que algum dia estarei longe da minha sépia realidade, que nesse momento é ficar apenas aqui sentada escrevendo. Na verdade, eu não tenho total certeza, não posso afirmar que daqui a 5 minutos não estarei efetuando minha rotina noturna. Um banho quente, jantar qualquer coisa falsa o bastante para enganar o estômago, escovar os dentes e depois cair literalmente na cama, no sono mais profundo possível, capaz de me fazer esquecer as mágoas previsíveis que estarão por vir assim que sol raiar.
   Queria ter o poder de enxergar o futuro, e me precaver para os acontecimentos dele. Saber como agir... ou reagir, como chorar... ou sorrir, como gritar... ou engolir a seco. Queria saber se tudo o que sei até hoje é real, ou se apenas foi tudo uma utopia criada pelo meu subconsciente.

    Às vezes o medo me impede de tentar prever alguma coisa, então eu aciono o modo positividade. Modo que quase nunca funciona pra mim, desde que passei a encarar a vida, como uma simples etapa. Uma etapa com começo, meio e fim. Pra ser mais justa com todos os outros tantos bilhões de pessoas que passam por esta mesma etapa, diria que a vida nada mais é, que uma jornada. Muitos diriam que a vida se compara a uma viagem, onde  se conhece gente, lugares e até mesmo coisas de outro mundo, mas que tudo isso um dia se esvai. Como se a paisagem de um lugar turístico sumisse da memória ao longo do tempo.


    Eu passo tanto tempo escrevendo. Escrevo sobre tudo, sobre a morte do meu avô, sobre viagens que faço, sobre pessoas que amo, mas meu futuro, infelizmente não fui presenteada com o dom de podê-lo escrever, se bem que isso me renderiam boas páginas de tragédias, desilusões e emoções bem fortes, mas eu não teria paciência para ler, algumas das páginas eu posso psicografar automaticamente, graças a força que eu tenho de viver com a comodidade da minha auto-vivência, é tudo previsível demais para me despertar alguma vontade de querer saber o final, passando por todo o resto do livro. Posso simplesmente começar a ler a partir do último capítulo, ou da última folha. Mas não tenho coragem de sequer folhear, com medo de encontrar algo terrível demais que me faça querer voltar ao início e reescrever tudo.

    O que esta feito, nenhuma barra de
delete é capaz de apagar ou nenhuma escravatura seja em qual for a fonte, é capaz de redigitar.
Se o futuro fosse humano, e se não fosse nenhuma celebridade de Hollywood sem tempo para me ouvir, eu pediria encarecidamente que ele cuidasse bem das minhas últimas páginas e que fosse generoso pra pensar a respeito de um final feliz pra mim...Quem sabe?

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Tá tudo errado!

Às vez parece que toda bagunça surge do nada. Como se um buraco de poeira fosse aberto e essa poeira tapasse seus olhos e fizesse você ficar completamente cego. Você não enxerga onde está, o que está fazendo, com quem está falando e o pior, não enxerga quem você é!
Essa 'crise de identidade' me fez perceber que eu não sei quem sou... Não lido com uma crises forte dessas desde que...nem vale a pena mencionar aqui (já passou). Eu tenho a sensação de estar vendada, e sair atropelando tudo e todos pela frente, causando estragos e dor por onde passo. Eu poderia me chamar furacão  ou até mesmo, um terremoto. 




Tudo aqui em volta está desmoronando, é engraçado ver as pessoas correndo, tentando se salvar. Todos querem ficar longe de um desastre natural. Afinal, é perigoso, podem se machucar.
Pois é, me sinto exatamente um terremoto hoje. Sabe aqueles dias que não eram pra existir no calendário da sua vida? Então, hoje teria sido facilmente um dia pra isso: pra não existir...
Não vou entrar em detalhes, não quero deprimir quem estiver lendo, de triste e sem esperanças, já basta eu.

Quando você precisa de alguém, um amigo, ou somente precisa de uma palavra de consolo, tudo desaparece. O que resta é a sua incontrolável vontade de chutar o traseiro de um mendigo que dorme e dizer a ele "Viva a vida, canalha. Ela passa que você nem vê!" 

O que é mais importante que a vida? NADA! E por que eu tento fazer dela sempre o mais difícil possível?
Se o sapato azul é mais barato, eu quero o vermelho que é caro e eu não posso pagar. Se uma boneca está perto de mim, por que eu tento pegar outra que está em cima do armário tão longe do meu alcance?
A vida é feita de escolhas. Tudo depende delas... Seu humor, seu desempenho no trabalho, seu relacionamento com a familia, e seu desentendimento com as pessoas... As escolhas boas acarretam coisas positivas, as escolhas duvidosas te trazem coisas confusas, e as escolhas difíceis podem tornar sua vida muito complicada! Então nas minhas condições, sabendo disto tudo, por que cargas d'água escolho sempre o caminho mais longo e apertado com as escolhas mais impossíveis?





Sabe quando você acha que está finalmente saindo de um buraco,  vem alguém pra jogar areia em cima de você,e  cada vez mais a saída se torna menos acessível?
Estranho pensar nisso como 'destino'.
Eu, particularmente sou uma completa desacreditada do destino. Isso não existe. Criamos essa ideologia ainda pequenos, quando éramos viciados  alienados pelas séries de televisão. Provavelmente foi lá que eu devo ter aprendido essa palavra inútil: DESTINO.
Mas eu não era assim, não mesmo. Eu achava justo pelo menos tentar acreditar, até algo extremamente milagroso vir do remetente 'destino' e me fazer ter 100% de certeza dessa existência. Mas até agora, só tenho provas contra isso.
Enfim, acho que amanhã não será tão ruim como foi meu dia de hoje! 

Truly ours!

What do we have in common with the others around the world?
Exactly; nothing. 
Brazilian people just arrived at home after a party, and can't wait to the next party... can this happen with someone else? I guess not.
Our energy never ends...



Brazilian teenager don't like to study! Yes, It is... But they really love to go to school just to make noise and have fun with the classmates. Anyway they have more frequency than american tennager, for example... Did you guys know, that american teenager prefer to go anywhere to smoke than to have fun at school? Is true.. But who cares, isn't is? Professors keep receiving with students present or not in the classroom! 


For another side, here in Brazil, there are beachs, natural beauty, some rain and to much wind too... But, wich else country has only 3 months with ''bad'' weather? We don't have the temperature similar to the Sweden's tempurature. I know, but here we can pratice sports like surf, football, volleiball and so much more... 
You, that are not a brazilian, can imagine some other place with this?
On the weekend? What do you usually do in your country? You spend time drinking with some friends, that's nice.. ok! But we, we can spend time dancing at nightclubs with music alive, we can drink and pay less than you for the best drinks! Here, we find beer to 3,00$ reais! Do you have a clue about how cheap is it? In other words, Brazil is a real paradise. Even with some poor places and violence, we are happy living here...

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Por que se foi?

É tão bom passar o dia sem fazer nada... Ficar apenas pensando na vida.
Pensando no que fazer quando levantar do sofá, pensando onde ir quando cansar de ficar em casa, pensando com quem falar quando entrar no msn...

Nessas horas quando paramos pra pensar e refletir sobre a vida, a maioria das vezes o passado retorna destruindo  tudo aquilo que seria nosso momento de paz.. O passado geralmente tem uma fama de ser NEGRO!
Eu mesma já disse isso várias e várias vezes "meu passado é negro". Mas é infantilidade dizer que só porque  tinha o cabelo sarará-crioulo, ou usava roupas estranhas, você tinha um passado negro... 



O passado é pra ser lembrado com gosto. Se quando crianças não tivéssemos caído de cara no chão aprendendo a andar de bicicleta, saberíamos pilotar uma moto ou dirigir um carro? Claro que metaforicamente falando, tudo o que somos hoje, somos graças ao nosso passado. E não é justo tratarmos isso como algo sujo; (o que a palavra 'negro' verdadeiramente deduz...).
E aí eu fiquei pensando... Eu era tão feliz quando me trancava no quarto pra brincar sozinha de barbie... Eu falava com elas, dava nome a cada uma, montava cidade e até mesmo tinha namorados lindos e perfeitos... Era uma vida tão maravilhosa... Agora me preocupo com notas na escola, se vou fazer um bom vestibular e coisas assim.



Lembro de quando eu construía a minha cidade de lego... Tinha tudo, faróis, casas, parques, até escolas... Eu sempre chamava minha mãe para ver o meu talento em montar peçinhas... (claro que ficava tudo feio mas eu achava lindo e minha mãe também) nada mais importava pra mim...
Agora, eu tenho que saber lidar com desilusões amorosas, brigas entre amigos, e muito mais...

Também lembro de quando ficava em casa, apenas assistindo alguma novela, tipo Chiquititas (essa é pra Fernanda) ou Cúmplices de um resgate (que era a minha favorita) e meu pai vinha me chamar pra ir na rua tomar um sorvete. 

Era a coisa mais legal ver meu pai de folga me convidando a passear com ele... E o mais legal de tudo isso, era que do outro lado, estava a minha mãe...
Hoje eu tenho que aguentar as brigas e ofensas que eles trocam sempre quando se vêem... Isso porque estão separados (imagina se estivessem juntos).



Vou tentar me fechar mais vezes ali, dentro do meu passado!
Então galera, se dependesse de mim, ele poderia voltar... e o meu passado, eu garanto, não seria negro. E sim, muito mais feliz...

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Pode ser esquecível.

Tudo começa no dia anterior. Em como você se prepara, como você pretende encarar o dia seguinte. Comigo é incrivelmente sempre igual, eu encaro tudo bem demais, sem tomar ciência dos riscos que um novo dia pode vir a ter...

Pra começar, tive que apresentar um seminário de Espanhol sob pressão, porque não tínhamos tempo o suficiente. Mas tudo saiu até muito bem... Discuti com uma colega de classe por eu ser bem explosiva e ela ainda por cima ficar tagarelando enquanto eu tentava ensaiar minhas falas.
No intervalo passei a maior parte do tempo com o
Luckas (o meu melhor amigo) e na outra parte, bem... tive uns desentendimentos por conta de nada! Aquelas coisinhas idiotas que sempre ocorrem... Mas o pior veio quando cheguei em casa e não tinha a comida que eu estava louca pra comer: brócolis.Tudo por culpa do meu pai que tem horror a coisas verdes e joga tudo fora!

Mais uma segunda-feira turbulenta, e o pior? É que o dia acabou de começar...